A revista ISTOÉ desta semana destacou o crescimento do número de “pais de santo” no Brasil nos últimos anos.
Desde os séculos XVIII e XIX, quando o candomblé se popularizou no Brasil, as “mães de santo” sempre foram as protagonistas. Acredita-se que, como elas permaneciam em casa a maior parte do tempo, tinham mais condições de estabelecer contato com os espiritos. Porém, assim como na sociedade, papeis de homens e mulheres vem mudando rapidamente e uma nova ordem parece estar se desenhando nacionalmente.